
Diante da lamentável situação que os integrantes da segurança pública, em todo território nacional, especialmente, nas terras fluminenses, vêm suportando. Um grupo de policiais militares e bombeiros, apoiados por componentes da polícia civil e de guardas municipais, acabam de fundar uma entidade para atuar na defesa dos direitos humanos da categoria. 15 de março de 2013 é a data da fundação. O major PM Paulo Cesar Pereira da Silva seu primeiro presidente. Os dirigentes da nova entidade, estão conscientes da hercúlea batalha que diariamente se depararão. A mídia, diariamente, enfoca notícias envolvendo o pessoal da segurança pública, carregando nas tintas, quando um desses seres humanos escorregam em seus comportamentos, quando sofrem revezes, entretanto, as notícias não merecem o mesmo destaque. A atividade policial se desenvolve, sempre envolta em altas doses de adrenalina. As missões estão permanentemente impregnadas de sentimento. Nunca se verifica uma ocorrência, em igualdade da outra, por mais semelhante que sejam. Os policiais e bombeiros,saem de casa, sempre, sem saber se retornam. Cada missão lhes assoberbam de forma incomensuráveis, devotam-se na defesa da sociedade, padecem com parcos salários, infra-estrutura funcional aquém do mínimo desejável, mas, com denodo e proficiência, alcançam índices de superação e acertos, comparáveis as melhores corporações mundial, embora aquelas dotadas de sólidas fundações. A exemplo da famosa canção do CHICO BUARQUE, os membros da segurança pública, tornaram-se a
GENI. São apedrejados moralmente, aviltados, detratados e jamais exaltados. Dentro de suas unidades, exigem-lhes exação e enfrentamento. Os cidadãos, quando no sufoco, agarram-se aos policiais, quais os famélicos ao pedaço de pão. Superados os problemas, caem de pau sobre esses pobre coitados e lhes açoitam sem dó nem piedade.